Bem Vindos a Paris, 1889. Estamos em Janeiro de 1889, No começo do seculo 20, onde o cancan e o frufru estao muito em alta. Venha fazer parte desta incrivel historia, que reune glamour, ganancia, luxuria e muitos outros pecados.
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[FP] Bachmman,Khristeen

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[FP] Bachmman,Khristeen

Mensagem por Khristeen Bachmann em Seg Maio 13, 2013 12:22 pm


Khristeen Ivanov Bachmann

"Like it's the last night of our lives,we'll keep dancin' till we die "



Khristeen


19

Dançarinas

Novgorod,Rússia

Anna Speckhart





INFORMAÇÕES BÁSICAS

Apelido:Khris,Khristie
Rank: Dançarinas
Idade do Personagem: 19
Nacionalidade:. Russa
Filiação: Natalya Ivanov e Daniel Bachmann
Ocupação Trabalha como dançarina no cabaret e frequente a escola de ballet de Paris.
Desejo Khristeen conquistou sua idependência cedo como sempre desejara e hoje um de seus maiores sonhos é tornar-se a primeira bailarina da importante escola de ballet onde conseguira uma bolsa.


Aparencia


Os cabelos ligeiramente ondulados são de um castanho escuro chegando-lhe à metade das costas em um corte simples.Os olhos azuis são chamativos,ostentando algumas sardas no nariz pequeno e delicado.É de estatura mediana, o corpo modelado pelos anos de dança capazes de chamar a atenção e de lhe garantir a vaga no cabaret.
------------------------------------


Personalidade.


Khristeen não é muito falante e nem sempre simpática.Determinada corre atrás de seus objetivos,fazendo o que for possível para alcançá-los,apesar de buscar algumas vezes manter o bom senso.Aparenta ser um pouco revoltada e arredia,porém esconde uma personalidade até mesmo romântica e de uma boa garota.
História



Khristeen nascera de uma união rápida e conturbada de seu pai,Daniel com Natalya uma jovem russa universitária de Moscou, onde o pai ainda jovem cursava cadeiras de língua estrangeira em seu mestrado.
Era uma noite escura e fria de inverno e gelo em Moscou, Daniel saia de sua última aula daquela noite, enfrentando o vento gelado enquanto caminhava pelo estacionamento vazio até o carro estacionado próximo a uma árvore coberta pela neve e já sem nenhuma folha.
Adentrou o veículo, ligando o aquecedor e lamentando-se por ter escolhido aquele lugar tão frio para completar seu mestrado. O frio só era bom quando havia alguém para lhe esquentar a cama e poucos compromissos a serem cumpridos, ou era isso que passaria a achar com aquela viagem.
Dirigia devagar pela estrada coberta de gelo e neve, saia das propriedades da faculdade quando avistou uma garota caminhando em meio a neve e a rua desertada, enrolada em mantas e casacos. Daniel sempre fora caridoso com todos e sem pensar duas vezes parou o carro, abrindo o vidro e chamando a garota, os grandes olhos azuis prendendo sua atenção por longos segundos.
Em uma atitude um tanto imprudente, uma vez que não o conhecia, a garota aceitou a carona , deliciando-se com o aquecedor do carro enquanto apresentava-se como Natalya , uma veterana do curso de engenharia química. Mal imaginava ele que os cabelos castanhos e ligeiramente bagunçados chamaram atenção da loira, e a partir daquela noite , após alguns cafés em uma lanchonete que ainda permanecia aberta os dois dariam início a um rápido, mas intenso romance.
Ainda era inverno quando em uma noite de neve forte, Natalya saía do banheiro com os lindos olhos azuis esbugalhados e assustados. Sentara-se no velho sofá ao lado de Daniel, quieta por alguns segundos sobre o olhar curioso dele que esperava pacientemente o que ela tinha dizer.
Depois de alguns instantes ela finalmente parecia reagir, dizendo em um breve sussurro que estava grávida calando-o por longos instantes enquanto ambos tentavam convencer-se do que realmente estava acontecendo.
Ela sabia que os pais nunca aceitariam o fato, não poderia contar com o apoio deles e talvez nem com o de Daniel, que em breve voltaria a Paris. Escondia secretamente o desejo de doar o bebê quando o mesmo nascesse ou até mesmo abortar...não podia por fora toda sua carreira brilhante por conta de um pequeno deslize.
Ele ,no entanto, nunca poderia imaginar isso vindo dela, talvez não se conhecessem direito, apesar de toda a paixão do relacionamento recente. A barriga de Natalya crescia a mesma proporção que as brigas do casal, pelos mais diversos motivos ou considerações, pelos medos e frustações de ambos.
Era quase primavera quando o casal finalmente rompeu em meio a brigas e discussões que pareciam a cada dia piores, como se em alguma parte do caminho os jovens apaixonados tivessem se perdido sem uma explicação aparente.
A pequena Khristeen nasceria dali há um mês em uma cidade do interior do paí,próxima a Moscou, em um mês que tudo voltava a florescer e dar sinais de vida. Daniel lembrava claramente da espera angustiante na recepção do hospital, iria voltar para Paris dentro de algumas semanas e o mínimo que poderia oferecer a Natalya naquele momento era sua presença ali. Estava distraído, mergulhado em seus próprios pensamentos quando a enfermeira o chamou, indicando a grande janela de vidro que mostrava o berçário. Poderia ter passado horas admirando sua filha e tentando acreditar que realmente tornara-se pai quando outra mulher vestida de branco pegou com cuidado o bebê tirando-o de suas vistas.
Caminhava apressadamente até o quarto onde Natalya estava, pronto para lhe dizer que não abandonaria Khristeen , poderia arrumar empregos em Moscou para ficar mais perto da filha. Cumpriria com seu papel de pai da forma como todo homem deveria fazer.
Os corredores cheiravam a álcool, eram banhados pelas luzes fluorescentes assim como o quarto. A jovem loira conversava com um casal com um sorriso triste nos olhos em um grande contraste com a felicidade dos estranhos ali. Parou a porta, escutando os pequenos fragmentos da conversa, entendendo finalmente o que ela lhe escondera durante todos aqueles meses.
Ela se justificaria dizendo que teria que criar o bebê sozinha e não poderia fazê-lo e, portanto, a decisão sobre o que aconteceria a menina era dela. Ele apenas a ignorou pegando com cuidado o bebê que dormia no berço ao lado da cama, acalentando-o em seus braços, os olhos marejados enquanto dizia que ficaria com ela, com sua filha e provaria sua integridade como homem.
Aprendera a cuidar do pequeno bebê durante algumas semanas que ficara ali ajeitando alguns papéis que decidira, após inúmeros discussões que a guarda de Khristeen permaneceria com ele, logo depois os dois voltariam a Paris para seguir suas vidas.
*~*~*~~*~*
Aquele era provavelmente o momento mais triste que Khristeen vivenciaria. Havia completado dezoito anos haviam alguns meses quando o pai descobrira um câncer sério no fígado que espalhava-se pelo corpo em um estágio já avançado, apesar de que lhe escondia isso como se aquilo fosse trazer mais tempo aos dois.
O médico havia sido categórico ao afirmar que seu tempo era curto e não havia nada que ela pudesse fazer. Haviam chego seus últimos dias, ela passara com ele no hospital ao lado do pai já delirante sobre o efeito de fortes medicamentos, tentava ser forte por ele, sabia que já estava sofrendo demais.
Cumprira sua promessa, criara a filha e no momento que sentia que ela estava pronta para o mundo todas as suas forças pareceram esvair-se na doença terminal. Era uma noite fria e chuvosa na cidade quando ele faleceu, Khristeen ficara por longas horas segurando a mão do que um dia fora seu pai, ouvindo o bipe do contínuo dos aparelhos que indicavam que o coração dele já não batia mais. As lágrimas que segurara durante todos aqueles meses pareciam vir em cachoeiras, sentia-se sozinha como nunca antes.
Beijou-lhe o rosto uma última vez enquanto a enfermeira cobria o corpo com o lençol tirando a garota dali, dizendo que fosse para casa descansar. Caminhou sobre a chuva da cidade por longas horas, percorrendo cada lugar que o pai lhe apresentara e parando enfim sobre a imponente companhia de ballet francesa, enxugando as lágrimas , algo que desejava a muito tempo, porém não tinha dinheiro e certamente ainda não teria.
*~*~*~~*~*
Como se as coisas não estivessem ruins o suficiente a garota logo receberia ordens de deixar a casa onde costumava morar com o pai, era maior de idade agora e teria que se virar sozinha, só não imaginava como. Estava sentada sobre a cama desarrumada encaixotando seus últimos pertences de valor quando achou um pequeno papel amassado em um canto do quarto, ganhara há alguns dias atrás enquanto caminhava pela cidade. Em letras divertidas e com fotos de mulheres fazia-se o anúncio de um conhecido cabaret na cidade e em letras minúsculas em um canto da folha informava-se sobre vagas a dançarinas. Um pequeno sorriso formou-se em seu rosto, a ideia poderia parecer-lhe absurda há algum tempo atrás, mas agora parecia exatamente do que precisava. Frequentava aulas de dança desde pequena, era realmente boa no que fazia e talvez com o dinheiro que ganhasse por lá uma bolsa na companhia seria suficiente para alcançar seu grande sonho.
O sono aquela noite fora agitado, pensava constantemente no que o pai pensaria de sua filha em um cabaret , dançando para o prazer de outros homens. Certamente não aprovaria, contudo ela precisava seguir sua vida. Na noite seguinte arrumou-se para ir até o local, um vestido preto, justo no corpo mostrava-lhe o corpo esculpido pela dança, os cabelos soltos caiam em ondas até a metade de suas costas, o tecido escondia o espartilho de renda , os detalhes em vermelho. Respirou fundo colocando um sorriso no rosto e adentrando o local, determinada a conseguir aquela vaga.
Subiu no palco sob o consentimento da mulher com que falara sobre as vagas, começara a dançar no ritmo da música, deixando-se levar pela melodia sensual, os quadris acompanhando o corpo em um ritmo perfeitamente cadenciado enquanto aos poucos livrava-se do vestido deixando a mostra o espartilho e a lingerie especialmente escolhidas para aquela noite. Podia ver o sorriso de satisfação dos seus expectadores, a vaga era sua.
*~*~*~~*~*
Haviam algumas semanas que mudara-se para o Cabaret deixando para trás a vida que costumava levar, mas contente por estar conseguindo fazer com que tudo desse certo. As coisas finalmente começavam a se ajeitar, recebera o convite para as audições da companhia de ballet e preparava-se arduamente para a bolsa. Não havia nada que lhe desse mais prazer do que dançar, especialmente o ballet ,e aquela oportunidade era algo que desejava muito.
Era uma manhã gelada na linda Paris quando Khristeen saiu para sua audição tomando alguns goles de café, um pouco nervosa e um tanto ansiosa. Havia treinado o suficiente e tinha esperança de que as coisas iriam dar certo novamente, ela precisava daquilo.
Adentrou o imponente salão sendo conduzida por uma recepcionista por uma escadaria de mármore que levavam às salas de aula. Mostrou-lhe rapidamente o vestiário, informando-lhe que dali a vinte minutos dar-se-ia início a sua audição.
Respirou fundo encarando os olhos azuis no espelho enquanto vestia o collant preto, junto à meia calça e uma delicada saia de renda em uma leve e discreta transparência, as sapatilhas de ponta rosa constatando com o visual predominantemente preto de um jeito que a agradara. Prendera os cabelos em um coque firme e comportado, dirigindo-se até a sala que haviam lhe indicado, ouvindo seu nome ser chamado, um sorriso simpático no rosto para os estranhos de um modo desconfortavelmente sérios que a encaravam, como se esperassem por mais um desastre naquele dia.
Respirou fundo novamente, concentrando-se na música enquanto executava com bastante técnica e desenvoltura os passos que lhe eram solicitados. “Demi Plié, Grand Plie, Grand Soult, Adagio, Arabesque , Ballotté...”, todos em uma cadência perfeita com a música calma executada pelo piano, formando uma breve coreografia antes de ser apresentado a que Khristeen havia separado para o teste.Enquanto dançava esquecera todo o nervosismo que sentira momentos antes deixando que a música a conduzisse, sentindo o corpo leve, como se a melodia tocasse sua alma,amava dançar.
A audição começara e terminara sem muito sinal de simpatia dos avaliadores, o que a deixava nervosa. Sabia que tinha feito o seu melhor e esperava que fosse suficiente, agradeceu-lhes a paciência e retirara-se de sala passando por uma garota magra e loira que esperava na porta, descendo rapidamente as escadas, informando-se sobre o dia em que seriam divulgados os resultados antes de sair para a brisa gelada da cidade.
Os dias seguintes seriam de noites um tanto mal dormidas até que recebesse finalmente a ligação que tanto esperara. Pulara de alegria ao telefone, sentindo-se orgulhosa de si pela conquista, imaginando-se por breves instantes dançando em um espetáculo nos grande teatros, mas as coisas não seriam fáceis assim e ela sabia, entrar na companhia era apenas um passo do longo caminho que precisava trilhar. No dia seguinte, logo após sua matrícula, encaminhara-se até o cemitério, sentando-se sobre o leve sol matutino, conversando com a lápide a sua frente sobre tudo que vinha acontecendo e sobre como ela gostaria que ele pudesse estar ali para presenciar aquilo. Deixou algumas flores, passando na antiga casa para que pudesse recolher os últimos pertencentes lá deixados e novas revelações.




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Re: [FP] Bachmman,Khristeen

Mensagem por Lexie Liddell em Seg Maio 13, 2013 5:26 pm

Fefee sua gatz linda.. Quase choro lendo sua ficha.. Like ever!

Mas tem uns detalhes que precisam ser acertados antes de eu aprovar ela pra vocÊ
Primeiro.. Pelo o que entendi no contexto a história da Khristeen passa na atualidade, certo? Com carros, e universidade e tudo mais.. O fórum se passa em 1889, na virada do século. Aqui tem uma explicação do contexto. ( Belle Époque )

Sua personagem pode siim ter estudado ballé.. Nada de errado nisso.. Mas as dançarinas do Cabaret Night são pessoas do submundo, um pouco diferente das dançarinas de ballé classico. (Clique
aqui. para saber mais sobre o grupo. )

Espero ter ajudado, assim que arrumar esses detalhes, avise que eu aprovo lindamente!

Beijos na bunda.

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Re: [FP] Bachmman,Khristeen

Mensagem por Khristeen Bachmann em Seg Maio 13, 2013 5:56 pm

Mas Cacaa eu vi na internet e tinham carros em 1989 (tipo o Monza Classic kkk) e a condição de ela dançar no cabaret é que ela precisa de um meio pra se sustentar já que perdeu o pai dela e sonha com a companhia desde criança, aí ela encontra um jeito de tentar aliar as duas coisas junto com algo que ela ama que é a dança. Tendeu?

http://www.tudodecarros.com/modelos-automoveis/lancamentos-1989.htm
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Re: [FP] Bachmman,Khristeen

Mensagem por Lexie Liddell em Qua Maio 15, 2013 12:26 pm

AAAHHH TÁ!

Saquei! Sorry! u.u

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Re: [FP] Bachmman,Khristeen

Mensagem por Lexie Liddell em Qua Maio 15, 2013 12:26 pm

Aprovado
Sua gatz, linda! Vem danças aqui em casa! RAWR

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Re: [FP] Bachmman,Khristeen

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