Bem Vindos a Paris, 1889. Estamos em Janeiro de 1889, No começo do seculo 20, onde o cancan e o frufru estao muito em alta. Venha fazer parte desta incrivel historia, que reune glamour, ganancia, luxuria e muitos outros pecados.
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[FP]Bürckle, Isabelle

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[FP]Bürckle, Isabelle

Mensagem por Isabelle Bürckle em Sab Maio 18, 2013 12:18 am


Isabelle Bürckle

Taste me, drink my soul,show me all the things that I shouldn't know



Isabelle


21 anos.

Cortesã

Francesa

Candice Swanepoel





INFORMAÇÕES BÁSICAS

Apelido:Bell,Belly,Bels
Rank: Cortesãs
Idade do Personagem: 21 anos.
Nacionalidade:. Francesa
Filiação: Elisabeth e Jhon Bürckle
Ocupação trabalha no Cabareth Night como cortesã
Desejo Isabelle deseja um dia ter a experiência de encontrar o verdadeiro amor que tanto via nos filmes e ver-se capaz de constituir uma família, esquecendo o passado e tudo que um dia a levara até o cabaret ou ,devido a consciência do sonho quase impossível, um dia ter a posse do cabaret.


Aparência


Isabelle tem os cabelos longos e loiros,os olhos azuis, penetrantes e sinceros, a altura mediana e o corpo que muitas mulheres desejariam,esbelto e não muito magro, capaz de deixar qualquer homem que desejasse à seus pés,sendo para ela uma vantagem eu seu trabalho.
------------------------------------


Personalidade.


Isabelle é animada, falante e normalmente simpática com as pessoas que julgam merecer,algumas vezes talvez por interesses, quase sempre sorridente, independente de quão ruim seu dia possa estar.É ambiciosa, podendo ser vingativa e fazendo de tudo para conseguir o que quer, e atrás dessas atitudes encontra-se uma garota romântica que não pudera fazer escolhas na vida, lado que ninguém ainda tivera a oportunidade de conhecer.
História



Elisabeth era uma jovem da classe baixa de Paris, trabalhava em uma pequena cafeteria no centro da cidade, servindo a nata da sociedade pariense que não pareciam sequer notar sua presença.
Era uma tarde gelada de outono, as árvores espalhavam suas folhas secas e amareladas pelo chão deixando a cidade ainda mais bela, encantando os turistas e os próprios moradores. Elizabeth cumpria mais uma de suas longas e cansativas rotinas, mal podendo imaginar que a partir daquele dia sua vida mudaria completamente.
Retirava algumas xícaras de uma mesa quando um homem, já o havia visto por ali diversas vezes, os cabelos loiros ligeiramente bagunçados pelo vento , os olhos claros como os dela, um sorriso capaz de encantar qualquer garota. Desviara o olhar, anotando apressadamente o pedido e afastando-se, o olhar dele acompanhando-a, analisando o corpo esguio da garçonete bonita.
Ele chamava-se Jhon, um importante advogado local, noivo da filha do dono de uma grande empresa local, tinha um futuro promissor e de muitas riquezas. Recostara-se no banco puxando um cigarro do bolso , fumando calmamente enquanto bebericava seu café e lia o jornal do dia , os olhos esbarrando com o corpo de Elizabeth diversas vezes, e assim seguiram-se por vários dias.
Em uma noite tão gelada quanto aquela tarde, a jovem de cabelos castanhos saía do trabalho, enrolada em um grosso casaco, dirigindo-se até onde deveria pegar o transporte até sua casa. Distraída, mal percebera Jhon caminhando atrás dela, dando-lhe um leve puxão no braço em seguida, lançando-lhe um sorriso, enquanto ela assustada se desvencilhava.
Foram algumas noites como aquela, em que ele lhe pagaria algumas sessões do cinema ,no qual ela raramente ia antes dele, levaria-lhe a alguns cafés e restaurantes, sabendo das condições da menina sabia que não era preciso muito para conquistar sua confiança e até seu coração. Poderia ir em qualquer casa da cidade que oferecesse o que ele procurava com ela, mas estava ali apenas pelo prazer da conquista, era exatamente o tipo de homem que não importava-se com o que iria acontecer a ela desde que não arruinasse sua vida e seu noivado,- que seria um grande negócio para seu bolso, não tinha virtude, compaixão ou algum valor além do dinheiro.
Não demorara muito para que Elisabeth estivesse perdidamente apaixonada e, em todo sua ingenuidade, acreditasse em cada jura de amor que lhe era prometida, cada gesto que escondiam apenas interesses. A primeira de alguma das noites juntos que teriam acontecera em um pequeno apartamento, mais afastado do centro da cidade, que Jhon tinha há alguns anos apesar de não frequentá-lo mais, aquilo evitaria suspeitas, uma vez que como membro da alta sociedade era alvo da notícias e fofocas e isso poderia estragar seu plano perfeito.
As noites com ela eram bastante satisfatórias para ele, agora podia entender porque os homens pagavam tão caro pela primeira noite de uma mulher, e ele utilizando-se de má fé tornara o jogo ainda mais divertido para ele.
O relacionamento dos dois durara alguns breves meses, ela sentia-se realizada como se houvesse encontrado o grande amor de sua vida, o seu príncipe encantado ou toda aquela bobagem de contos de fada que de um jeito trágico descobriria que não passava tudo apenas de mentira.

Era uma tarde ensolarada e agradável na linda Paris, Jhon encaminhou-se a cafeteria de costume, sentando-se em uma mesa lá fora e aguardando Elisabeth que chegara sorridente, trazendo o cappuccino de sempre, muito sorridente e saltitante dessa vez, em um pequeno papel junto a conta escrevera que tinha novidades para ele aquela noite, o que a deixava tão feliz não iria se estender por muito tempo.
Naquela noite encontraram-se no antigo apartamento de costume, ele lhes servira um pouco de vinho em taças simples, ela com a ideia de uma ótima noite com a garota enquanto ela, agitada no sofá, pedia-lhe que sentasse ao seu lado para que conversassem um pouco e então, em meio a beijos e palavras ela deixou-lhe escapar que estava grávida, os olhos brilhando com a felicidade que estava prestes a se acabar.
Desde aquele dia tudo mudara para Elisabeth. Jhon lhe dissera que o relacionamento dos dois não poderia continuar e ela não teria nenhuma forma de provar que aquela criança era realmente dele, não haveria formas de prejudica-lo ,ao menos nenhuma que se passasse pela cabeça da jovem moça.
Mais do que a responsabilidade de ter aquele bebê sozinho ela sentia-se traída e enganada, culpava mais a si por não ter percebido que era apenas um capricho de um homem rico, que um como ele nunca se interessaria por uma garçonete, nunca desejaria casar com ela. Cerca de uma semana depois após a descoberta da gravidez ele anunciou o casamento com Anita, a filha do grande empresário.
Elisabeth sentia pena dela, mais uma que viveria uma mentira durante toda a vida talvez, mas sabia que se tentasse alertara ainda seria acusada de que tentava apenas desmanchar o casamento, não queria chamar as atenções.
*~*~*~*~*
Era final do verão, um dia quente e abafado quando Elisabeth começou a ter as primeiras e fortes contrações, sabia que era hora do bebê nascer, houve apenas tempo para que saísse a porta, buscar auxílio de uma vizinha, Doroth.
A noite avançava enquanto Elisabeth sofria com as dores do parto, o corpo banhado de suor enquanto o que ela mais desejava era não ter que sentir aquelas dores que pareciam-lhe dilacerar o útero. Doroth a ajudava, não poderiam ir ao hospital, uma vez que não havia um transporte, o que a garota agradecia, não queria ter que passar a vergonha de ser uma mãe precoce e solteira, que nunca teria um marido, não estava pronta ainda para passar por tal humilhação.
O bebê nasceu ainda de madrugada, uma linda menina que iria chamar-se de Isabelle. Doroth a enrolou em alguns panos, dando para a mãe fraca e cansada, que olhava sorrindo para o bebê chorando, dando-lhe de mamar, esquecendo-se de Jhon naqueles instantes e de todo mal que ele lhe causara.
Cresceram mãe e filha na pequena casa de madeira aos subúrbios da cidade, o pai nunca a visitando tampouco procurando saber notícias, as duas sob alvo de recriminações e preconceitos da sociedade e da vizinhança que parecia as repelir de toda forma.
Ela seguindo por rumos dos quais se envergonhava por muitas vezes atendia alguns homens em sua casa, acreditando que Isabelle nunca iria descobrir ou não desconfiava do que a mãe precisava fazer para conseguir dinheiro.Com a filha tornar-se difícil conseguir empregos e o que era mandado por Jhon não cobria nem metade das despesas básicas que tinham juntas.
*~*~*~*~*
Era uma manhã bonita de primavera quando a garota, aos seus quinze anos, dirigiu-se ao pequeno cômodo onde a mãe enferma dormia. Uma grave infecção tomara-lhe conta do corpo, tomava alguns remédios fornecidos pelo hospital, mas a cada dia parecia piorar, contudo para ela aquele sofrimento teria fim.
Isabelle aproximou-se da cama, a mãe balbuciando palavras sem sentido ardia em febre, indicava uma pequena caixa em cima de uma velha cômoda de madeira. Junto a um pouco de dinheiro havia, em um pequeno papel um nome e um endereço.
-Seu pai...- Elisabeth sussurrou com dificuldade. -Procure-o...-disse fechando os olhos em seguida enquanto a menina aplicava-lhe compressas sobre o corpo.
Algumas horas depois Elisabeth viera a falecer ouvindo um último “eu te amo” da filha, já sem resquícios de sanidade.
Isabelle permaneceria um pouco chocado e atordoada por horas enquanto uma vizinha providenciava algumas coisas para um simples enterro, resolvia dirigir-se ao endereço indicado no papel, a Jhon Walker.
Chegara em uma prédio luxuoso, ornamentado com mármore e uma belíssima arquitetura. Nunca havia estado em lugar semelhante e estava encantando, os olhos verdes assimilando cada detalhe. Em uma sala refinada, com poltronas caras de veludo escuro esperava até que uma secretária magra e elegante informasse a que horas poderia adentrar a sala de Jhon.Sabia que era seu pai e relembrar tudo que a mãe contara-lhe fazia-lhe revirar o estômago aliado ao nervosismo.
Finalmente a voz delicada da mulher a chamou, arrancando-a de seus lembranças. Adentrou o local sem jeito deparando-se com cabelos loiros como os seus, um tanto grisalhos pelo tempo, os olhos azuis de mesma intensidade. Sentou-se a sua frente, sem saber o que dizer por longos segundos, apenas guardando o rosto do pai.
-Elisabeth morreu...-ela comentou em um sussurro, odiando-se ouvir falar da mãe em primeira pessoa. —Pediu que eu o procurasse...não tenho com quem ficar ou onde ficar.-ela prosseguiu, olhando para as próprias mãos sobre seu colo.
Jhon ficara surpreso com a semelhança da garota a ele, estudava-lhe cada detalhe achando também muito de Elisabeth, lamentando-se passageiramente pela sua morte até ouvir o que a garota propunha-lhe. Já não bastara todo o dinheiro que lhe havia mandado todos os meses? Não era muito ,era verdade, mas o suficiente para que as duas pudessem sobreviver. Não poderia assumir aquela garota e por em risco sua reputação, acabaria com seu casamento com Anita e arruinaria seus negócios.
A ambição o transformava em um dos seres mais cruéis que Isabelle viria a conhecer durante sua história, pediu que a acompanhasse para fora do local, caminhando sempre longos passos a frente como se não a conhecesse, iria apresentar-lhe o destino que mudaria sua vida para sempre.
Próximo ao centro da cidade, uma grande casa com letreiros luminosos, agora apagados a luz do dia, indicam a entrada de um famoso cabaret local, Jhon era conhecido por ali como muitos homens da alta sociedade. Pediu que a garota entrasse indo de encontro a uma elegante mulher de cabelos escuros e lábios vermelhos, estudava a nova garota com os olhos atentos, percorrendo o corpo já bem formado para a idade o que seria de agrado a muitos homens.
-É virgem.-ele disse segurando com força o braço da garota, afirmando aquilo com uma certeza que nem ele podia entender.. -Pode ficar com ela desde que mantenha isso entre nós,ok?-ele sussurrava em meio a outras coisas que ela não podia entender ainda, apavorada com o que quer que estivesse acontecendo.
Fora leiloada por um grande valor algumas noites depois vendo-se forçada a aprender a viver ali, era como se não houvessem alternativas. Aquilo passaria a ser o seu trabalho, assim como um dia tornara-se o da mãe,mas apesar da pouco idade nunca fora ingênua como ela, herdara a astúcia do pai e planejava vingar-se um dia de toda a maldade cometida. Tinha ambições como qualquer pessoa e faria tudo para conseguí-las, conformava-se com o que o destino reservava para ela e tentava todos os dias transformar aquilo em algo que parecesse melhor para ela.Lembrava-se das palavras da madame Gigi , ela iria ganhar dinheiro ali, os homens pagavam bem e aquela seria sua nova vida, não tinha escolha.
Ali como cortesã tinha uma vida de melhores condições do que a da mãe .Iria habituar-se ao luxo e a luxúria a medida que crescia, iria habituar-se ás perolas e ao dinheiro que ganhava, iria aprender a enxergar algo de bom naquela vida medíocre.




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Re: [FP]Bürckle, Isabelle

Mensagem por Lexie Liddell em Sab Maio 18, 2013 11:47 am

Aprovado
Aprovadissima Fefe..Depois você diz que eu escrevo bem,né? Tuescreve QUINZE vezes melhor! *-* Continue trazendo suas personagens perfas para nosso fórum! *-*

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Re: [FP]Bürckle, Isabelle

Mensagem por Pandora L. Szelsky em Sab Maio 18, 2013 3:24 pm

OWN FÊFÊ! *-----*

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Re: [FP]Bürckle, Isabelle

Mensagem por Sophie d'Alembert em Sab Maio 18, 2013 3:56 pm

Nada a ver Caca, eu nem chego aos pés do que tu escreve u.u Tu escreve MUITO BEM DEMAIS u.u aceite isso
Oiee Saandy *-*

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Re: [FP]Bürckle, Isabelle

Mensagem por Désirée Fontaine em Sab Maio 18, 2013 6:42 pm

agora ja pode fazer um homem isuahusahuisahuias
é muita puta e pouco homem aqui

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Voulez-vous coucher avec moi, ce soir?
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Re: [FP]Bürckle, Isabelle

Mensagem por Sophie d'Alembert em Sab Maio 18, 2013 7:29 pm

KKKK É verdade,mas eu sou uma verdadeira porcaria fazendo homens bubu'

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